{"id":39115,"date":"2025-08-27T13:46:48","date_gmt":"2025-08-27T16:46:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/?p=39115"},"modified":"2026-03-05T13:52:15","modified_gmt":"2026-03-05T16:52:15","slug":"newsletter-penal-empresarial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/newsletter-penal-empresarial\/","title":{"rendered":"Newsletter | Penal Empresarial (Agosto\/2025)"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"materia1\"><a href=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/newsletter-penal-empresarial\/#materia1\"><strong>STJ decide que juiz pode consultar redes sociais para fundamentar pris\u00e3o preventiva<\/strong><\/a><\/h2>\n\n\n\n<p>A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) decidiu, por unanimidade, que ju\u00edzes podem consultar perfis p\u00fablicos em redes sociais de investigados e utilizar essas informa\u00e7\u00f5es para fundamentar a decreta\u00e7\u00e3o de pris\u00e3o preventiva ou outras medidas cautelares. O caso analisado envolveu uma exce\u00e7\u00e3o de suspei\u00e7\u00e3o contra um magistrado que, ao examinar o pedido de pris\u00e3o preventiva e outras medidas cautelares apresentado pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico, consultou as redes sociais do r\u00e9u para conferir dados mencionados na den\u00fancia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/image-1024x682.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-39130\" srcset=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/image-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/image-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/image-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/image.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A defesa alegava viola\u00e7\u00e3o ao sistema acusat\u00f3rio previsto no artigo 3\u00ba-A do C\u00f3digo de Processo Penal (CPP), segundo o qual a coleta de provas caberia exclusivamente \u00e0s partes. O relator, ministro Joel Ilan Paciornik, afastou a tese e ressaltou que a consulta a informa\u00e7\u00f5es p\u00fablicas n\u00e3o configura quebra de imparcialidade, mas sim dilig\u00eancia leg\u00edtima do julgador dentro do princ\u00edpio do livre convencimento motivado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, o STJ entendeu que o acesso direto a perfis abertos \u00e9 compat\u00edvel com precedentes do Supremo Tribunal Federal (STF), especificamente nas ADIs 6.298, 6.299, 6.300 e 6.305, que j\u00e1 autorizaram atua\u00e7\u00e3o de of\u00edcio do juiz em situa\u00e7\u00f5es que visam esclarecer fatos relevantes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o revela especial relev\u00e2ncia ao demonstrar que manifesta\u00e7\u00f5es digitais podem ter repercuss\u00f5es jur\u00eddicas concretos. Em um ambiente cada vez mais digitalizado, publica\u00e7\u00f5es em redes sociais podem fundamentar medidas restritivas, o que refor\u00e7a a necessidade de maior prud\u00eancia e responsabilidade na exposi\u00e7\u00e3o em ambientes virtuais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.stj.jus.br\/sites\/portalp\/Paginas\/Comunicacao\/Noticias\/2025\/08082025-Juiz-pode-acessar-redes-sociais-do-acusado-para-fundamentar-prisao-preventiva--decide-Quinta-Turma.aspx\">STJ<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"materia2\"><a href=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/newsletter-penal-empresarial\/#materia2\"><strong>Reconhecimento de pessoas: STJ fixa teses vinculantes em recurso repetitivo<\/strong><\/a><\/h2>\n\n\n\n<p>A Terceira Se\u00e7\u00e3o do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) firmou, em julgamento sob o rito dos recursos repetitivos (Tema 1.258), seis teses que consolidam o car\u00e1ter obrigat\u00f3rio das formalidades previstas no artigo 226 do C\u00f3digo de Processo Penal (CPP) para o reconhecimento de pessoas, tanto na fase do inqu\u00e9rito quanto em ju\u00edzo. Essa nova jurisprud\u00eancia exige a observ\u00e2ncia estrita desses procedimentos, sob pena de invalidade da prova\u202fdestinada a demonstrar a autoria delitiva.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"509\" src=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/dois-1024x509.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-39117\" srcset=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/dois-1024x509.jpg 1024w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/dois-300x149.jpg 300w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/dois-768x382.jpg 768w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/dois-1536x763.jpg 1536w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/dois-2048x1018.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>O STJ estabeleceu que:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"1\" class=\"wp-block-list\">\n<li>O reconhecimento fotogr\u00e1fico ou presencial, realizado de forma irregular ou viciada, n\u00e3o pode embasar condena\u00e7\u00f5es, decis\u00f5es que exijam menor rigor quanto ao <em>standard<\/em> probat\u00f3rio, ou fundamentar medidas cautelares como pris\u00e3o preventiva ou recebimento da den\u00fancia.&nbsp;<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Os reconhecidos devem ser alinhados com pessoas de apar\u00eancia semelhante, salvo impossibilidade justificada, visto que discrep\u00e2ncias acentuadas comprometem a confiabilidade do ato.&nbsp;<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li>O reconhecimento \u00e9 uma prova irrepet\u00edvel, j\u00e1 que uma tentativa inicial falha pode contaminar a mem\u00f3ria do reconhecedor.&nbsp;<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"4\" class=\"wp-block-list\">\n<li>O magistrado pode formar sua convic\u00e7\u00e3o com base em provas aut\u00f4nomas que n\u00e3o guardem rela\u00e7\u00e3o com o reconhecimento viciado.&nbsp;<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"5\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Mesmo um reconhecimento v\u00e1lido deve ser coerente com o restante das provas do processo.&nbsp;<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"6\" class=\"wp-block-list\">\n<li>N\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio formalizar o reconhecimento se a testemunha j\u00e1 conhece o acusado previamente \u2014 nesse caso, a identifica\u00e7\u00e3o n\u00e3o depende do procedimento previsto no artigo 226.&nbsp;&nbsp;<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O relator, ministro Reynaldo Soares da Fonseca, ressaltou que essas regras n\u00e3o t\u00eam o prop\u00f3sito de dificultar a investiga\u00e7\u00e3o, mas de estimular dilig\u00eancias complementares e assegurar maior precis\u00e3o e seguran\u00e7a jur\u00eddica no reconhecimento.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essas diretrizes trazem maior rigidez ao procedimento de reconhecimento pessoal, refor\u00e7ando a prote\u00e7\u00e3o contra erros judiciais e estimulando pr\u00e1ticas investigativas mais confi\u00e1veis.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.stj.jus.br\/sites\/portalp\/Paginas\/Comunicacao\/Noticias\/2025\/04082025-Em-repetitivo--Terceira-Secao-fixa-teses-sobre-o-reconhecimento-de-pessoas.aspx\">STJ<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"materia3\"><a href=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/newsletter-penal-empresarial\/#materia3\"><strong>STF rejeita ADO 62 e afasta omiss\u00e3o legislativa em assist\u00eancia a herdeiros de v\u00edtimas de crime doloso<\/strong><\/a><\/h2>\n\n\n\n<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por maioria, que n\u00e3o h\u00e1 omiss\u00e3o inconstitucional do Congresso Nacional na regulamenta\u00e7\u00e3o do artigo 245 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, que prev\u00ea a assist\u00eancia do Estado a dependentes e herdeiros carentes de v\u00edtimas de crimes dolosos. A decis\u00e3o foi tomada no julgamento da A\u00e7\u00e3o Direta de Inconstitucionalidade por Omiss\u00e3o (ADO 62), proposta pela Procuradoria-Geral da Rep\u00fablica (PGR), que buscava o reconhecimento da mora legislativa. O entendimento do Tribunal reafirma a compet\u00eancia do Legislativo para definir a extens\u00e3o e os limites da pol\u00edtica p\u00fablica de apoio a essas fam\u00edlias.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No caso em an\u00e1lise, a PGR sustentava que, tantos anos ap\u00f3s a promulga\u00e7\u00e3o da Constitui\u00e7\u00e3o, a aus\u00eancia de regulamenta\u00e7\u00e3o do dispositivo viola a dignidade dos dependentes e os deixa em situa\u00e7\u00e3o de desamparo. O relator, ministro Dias Toffoli, contudo, destacou que n\u00e3o h\u00e1 in\u00e9rcia absoluta, uma vez que existem diversos projetos de lei em tramita\u00e7\u00e3o sobre a mat\u00e9ria. Al\u00e9m disso, ressaltou que pol\u00edticas p\u00fablicas j\u00e1 implementadas fornecem suporte parcial, ainda que insuficiente, \u00e0s fam\u00edlias afetadas pela viol\u00eancia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"509\" src=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/tres-1024x509.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-39119\" srcset=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/tres-1024x509.jpg 1024w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/tres-300x149.jpg 300w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/tres-768x382.jpg 768w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/tres-1536x763.jpg 1536w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/tres-2048x1018.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A diverg\u00eancia ficou a cargo do ministro Fl\u00e1vio Dino, acompanhado pela ministra Carmen L\u00facia. Para Dino, o lapso temporal de quase quatro d\u00e9cadas sem a edi\u00e7\u00e3o de norma espec\u00edfica caracteriza verdadeira omiss\u00e3o inconstitucional. O ministro apontou que a mera exist\u00eancia de proposi\u00e7\u00f5es legislativas n\u00e3o supre a falta de regulamenta\u00e7\u00e3o e prop\u00f4s que fosse fixado prazo de 18 meses para que o Congresso editasse a lei. Seu voto deu destaque ao dever constitucional de prote\u00e7\u00e3o \u00e0s fam\u00edlias das v\u00edtimas, sobretudo em contextos de vulnerabilidade social e econ\u00f4mica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com a maioria dos votos, prevaleceu o entendimento pela improced\u00eancia da ADO 62, afastando a alega\u00e7\u00e3o de mora legislativa. A decis\u00e3o, contudo, n\u00e3o elimina a press\u00e3o social e pol\u00edtica por uma legisla\u00e7\u00e3o que efetive o artigo 245 da Constitui\u00e7\u00e3o. O julgamento do STF reacende o debate sobre o papel do Poder Judici\u00e1rio no controle da omiss\u00e3o legislativa e evidencia os desafios do Direito Penal e Constitucional em assegurar respostas estatais adequadas \u00e0s v\u00edtimas da criminalidade.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/noticias.stf.jus.br\/postsnoticias\/stf-afasta-omissao-do-congresso-em-regulamentar-assistencia-a-familias-de-vitimas-de-crimes-dolosos\/\">STJ<\/a> \/ <a href=\"https:\/\/noticias.stf.jus.br\/postsnoticias\/pgr-questiona-omissao-do-congresso-sobre-ajuda-do-estado-a-dependentes-de-vitimas-de-crime-doloso\/\">STJ<\/a> e <a href=\"https:\/\/ibdfam.org.br\/noticias\/13126\/IBDFAM%2Benvia%2Bmanifesta%C3%A7%C3%A3o%2Bao%2BSTF%2Bem%2Bdefesa%2Bda%2Bregulamenta%C3%A7%C3%A3o%2Bde%2Bajuda%2Bdo%2BEstado%2Ba%2Bdependentes%2Bde%2Bv%C3%ADtimas%2Bde%2Bcrime%2Bdoloso%2B?utm_source=chatgpt.com\">IBDFAM<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"materia4\"><a href=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/newsletter-penal-empresarial\/#materia4\"><strong>STJ reconhece cuidados maternos no c\u00e1rcere como atividade apta \u00e0 remi\u00e7\u00e3o de pena<\/strong><\/a><\/h2>\n\n\n\n<p>A Terceira Se\u00e7\u00e3o do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) decidiu, em julgamento, que os cuidados prestados por m\u00e3es a seus filhos rec\u00e9m-nascidos em unidades prisionais podem ser considerados para fins de remi\u00e7\u00e3o de pena. A decis\u00e3o amplia a interpreta\u00e7\u00e3o do art. 126 da Lei de Execu\u00e7\u00e3o Penal (LEP) e reconhece a maternidade como atividade ressocializadora, apta a reduzir o tempo de cumprimento da pena.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"509\" src=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/substituicao-1024x509.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-39132\" srcset=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/substituicao-1024x509.jpg 1024w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/substituicao-300x149.jpg 300w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/substituicao-768x382.jpg 768w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/substituicao-1536x763.jpg 1536w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/substituicao-2048x1018.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>No caso analisado (HC 920980\/SP), o Tribunal de Justi\u00e7a de S\u00e3o Paulo havia negado a remi\u00e7\u00e3o, entendendo que a perman\u00eancia em ala de amamenta\u00e7\u00e3o n\u00e3o configuraria trabalho ou estudo. A defesa argumentou que as presas ficam impedidas de desempenhar tais atividades enquanto cuidam dos filhos, devendo esse per\u00edodo ser computado para a redu\u00e7\u00e3o da pena.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O relator, Ministro Sebasti\u00e3o Reis J\u00fanior, destacou que o cuidado materno exige dedica\u00e7\u00e3o e esfor\u00e7o compat\u00edveis com as finalidades da execu\u00e7\u00e3o penal. Ressaltou ainda que a Constitui\u00e7\u00e3o reconhece a licen\u00e7a-maternidade como tempo de servi\u00e7o e que a interpreta\u00e7\u00e3o deve observar a perspectiva de g\u00eanero, conforme diretrizes do Conselho Nacional de Justi\u00e7a (CNJ).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o reflete um avan\u00e7o humanizador no sistema penal, ao garantir n\u00e3o apenas \u00e0s m\u00e3es encarceradas o direito \u00e0 remi\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m a prote\u00e7\u00e3o ao v\u00ednculo materno-infantil. Nesse sentido, reafirma princ\u00edpios constitucionais da dignidade da pessoa humana e da prote\u00e7\u00e3o integral da crian\u00e7a, fortalecendo uma pol\u00edtica criminal mais sens\u00edvel \u00e0s especificidades femininas\u202fno\u202fc\u00e1rcere.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.stj.jus.br\/sites\/portalp\/Paginas\/Comunicacao\/Noticias\/2025\/21082025-Cuidados-com-recem-nascido-no-presidio-podem-ser-considerados-para-remicao-de-pena-da-mae.aspx\">STJ<\/a> e <a href=\"https:\/\/processo.stj.jus.br\/processo\/julgamento\/eletronico\/documento\/mediado\/?documento_tipo=integra&amp;documento_sequencial=329981059&amp;registro_numero=202402106552&amp;peticao_numero=&amp;publicacao_data=20250819&amp;formato=PDF\">STJ<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"materia5\"><a href=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/newsletter-penal-empresarial\/#materia5\"><strong>Agosto Lil\u00e1s: avan\u00e7os legislativos e a for\u00e7a do Direito Penal no combate \u00e0 viol\u00eancia contra a mulher<\/strong><\/a><\/h2>\n\n\n\n<p>No cen\u00e1rio jur\u00eddico brasileiro, o movimento Agosto Lil\u00e1s ganha for\u00e7a ao sublinhar a relev\u00e2ncia de normas fundamentais para o combate \u00e0 viol\u00eancia de g\u00eanero. Embora a Lei Maria da Penha (Lei 11.340\/2006) seja o marco inicial mais reconhecido, \u00e9 imprescind\u00edvel destacar que o ordenamento jur\u00eddico evoluiu com a introdu\u00e7\u00e3o de outros diversos dispositivos que refor\u00e7am os mecanismos de preven\u00e7\u00e3o e de responsabiliza\u00e7\u00e3o, espelhando a complexidade dessa tem\u00e1tica no direito penal contempor\u00e2neo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"509\" src=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/cinco-1-1024x509.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-39124\" srcset=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/cinco-1-1024x509.jpg 1024w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/cinco-1-300x149.jpg 300w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/cinco-1-768x382.jpg 768w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/cinco-1-1536x763.jpg 1536w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/cinco-1-2048x1018.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) intensifica o debate p\u00fablico nesse m\u00eas, mobilizando suas seccionais e a Comiss\u00e3o Nacional da Mulher Advogada. No \u00faltimo dia 1\u00ba, o Conselho Federal deu in\u00edcio \u00e0s atividades relacionadas a campanha Agosto Lil\u00e1s, enfatizando a import\u00e2ncia de romper o sil\u00eancio e levar adiante que nenhuma forma de viol\u00eancia contra a mulher ser\u00e1 tolerada. A atua\u00e7\u00e3o jur\u00eddica ganha ainda mais for\u00e7a com a\u00e7\u00f5es formativas sobre perspectiva de g\u00eanero e ra\u00e7a, mostrando que o enfrentamento \u00e0 viol\u00eancia contra a mulher requer qualifica\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e constante empenho institucional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Desde sua institucionaliza\u00e7\u00e3o em 2022, a campanha busca n\u00e3o apenas o lembrete simb\u00f3lico, mas a real transforma\u00e7\u00e3o social, ao divulgar sinais de viol\u00eancia, microagress\u00f5es e os caminhos para buscar prote\u00e7\u00e3o.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O protagonismo da campanha Agosto Lil\u00e1s no campo jur\u00eddico e social evidencia que o enfrentamento \u00e0 viol\u00eancia contra a mulher deve ser imperativo. O desenvolvimento legislativo, com medidas como o \u201cPacote Antifeminic\u00eddio\u201d (Lei\u202f14.994\/2024), traz previs\u00f5es como crime aut\u00f4nomo, aumento de penas e agravantes espec\u00edficos, al\u00e9m de medidas processuais que refor\u00e7am a prote\u00e7\u00e3o legal das mulheres. \u00c9 nesse cen\u00e1rio que o direito penal se torna instrumento de dignidade, servindo \u00e0 justi\u00e7a e aos valores democr\u00e1ticos, chamando a sociedade toda para participar \u2013 por meio das institui\u00e7\u00f5es \u2013 da constru\u00e7\u00e3o de um pa\u00eds mais seguro, igualit\u00e1rio e livre de viol\u00eancia contra\u202fa\u202fmulher.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.stj.jus.br\/sites\/portalp\/Paginas\/Comunicacao\/Noticias\/2025\/07082025-Agosto-Lilas-palestra-nesta-sexta--8--discute-padroes-de-violencia-contra-a-mulher.aspx\">STJ<\/a> \/ <a href=\"https:\/\/www.migalhas.com.br\/depeso\/436298\/agosto-lilas-legislacoes-que-dao-base-a-luta-feminina-no-brasil\">Migalhas<\/a> \/ <a href=\"https:\/\/www.oab.org.br\/noticia\/63271\/agosto-lilas-oab-inicia-campanha-nacional-pelo-fim-da-violencia-contra-a-mulher-com-acoes-integradas-pelo-pais\">OAB<\/a> e <a href=\"https:\/\/fnas.mds.gov.br\/agosto-lilas-mes-de-conscientizacao-e-combate-a-violencia-contra-a-mulher\/\">FNAS<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"materia6\"><a href=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/newsletter-penal-empresarial\/#materia6\"><strong>Prote\u00e7\u00e3o integral: pris\u00e3o de influenciador e o debate sobre a adultiza\u00e7\u00e3o digital<\/strong><\/a><\/h2>\n\n\n\n<p>Em recente decis\u00e3o, o Superior Tribunal de Justi\u00e7a, por meio do ministro Rogerio Schietti Cruz, manteve a pris\u00e3o preventiva do influenciador digital Hytalo Santos e de seu marido Israel Nata Vicente, diante de graves ind\u00edcios de explora\u00e7\u00e3o sexual e econ\u00f4mica de menores. A fundamenta\u00e7\u00e3o recaiu sobre a produ\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o de conte\u00fado audiovisual sexualizado envolvendo adolescentes com finalidade lucrativa, evidenciando risco concreto \u00e0 integridade ps\u00edquica e moral das v\u00edtimas.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"509\" src=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/cinco-1024x509.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-39116\" srcset=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/cinco-1024x509.jpg 1024w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/cinco-300x149.jpg 300w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/cinco-768x382.jpg 768w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/cinco-1536x763.jpg 1536w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/08\/cinco-2048x1018.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>O magistrado se remeteu \u00e0 prote\u00e7\u00e3o especial preconizada no art. 227 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, aliada \u00e0 S\u00famula 691 do STF, para justificar que a pris\u00e3o preventiva n\u00e3o carece de revoga\u00e7\u00e3o quando revestida de motiva\u00e7\u00e3o s\u00f3lida. Alega\u00e7\u00f5es da defesa \u2014 como aus\u00eancia de perigo de fuga, resid\u00eancia fixa e supress\u00e3o do contradit\u00f3rio \u2014 foram consideradas insuficientes diante do rigor das provas e do contexto social sens\u00edvel. Dessa forma, a decis\u00e3o \u00e9 coerente com o princ\u00edpio da prote\u00e7\u00e3o integral e revela a aplica\u00e7\u00e3o rigorosa da tutela penal em casos de vulnerabilidade infanto\u2011juvenil.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O debate legislativo no Congresso avan\u00e7a com o Projeto de Lei 2.628\/22, aprovado pela C\u00e2mara dos Deputados. O texto imp\u00f5e \u00e0s plataformas digitais obriga\u00e7\u00f5es de controle parental, verifica\u00e7\u00e3o de idade, remo\u00e7\u00e3o imediata de conte\u00fados danosos e mecanismos de supervis\u00e3o e transpar\u00eancia, assim como san\u00e7\u00f5es administrativas robustas. O fen\u00f4meno da adultiza\u00e7\u00e3o \u2014 caracterizado pela exposi\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as e adolescentes a comportamentos e conte\u00fados pr\u00f3prios da vida adulta \u2014 fere o Estatuto da Crian\u00e7a e do Adolescente e o superior interesse do menor. A proposta legislativa emerge como resposta normativa indispens\u00e1vel \u00e0 realidade digital contempor\u00e2nea, alinhada ao princ\u00edpio constitucional da prote\u00e7\u00e3o integral, sem dispensar as garantias fundamentais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.stj.jus.br\/sites\/portalp\/Paginas\/Comunicacao\/Noticias\/2025\/19082025-STJ-mantem-prisao-do-influenciador-Hytalo-Santos--acusado-de-exploracao-de-menores.aspx\">STJ<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2025-ago-25\/adultizacao-censura-controle-das-redes-e-a-protecao-integral-de-criancas-e-adolescente-desafios-etico-juridicos-contemporaneos\/\">Conjur<\/a> <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>STJ decide que juiz pode consultar redes sociais para fundamentar pris\u00e3o preventiva A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) decidiu, por unanimidade, que ju\u00edzes podem consultar perfis p\u00fablicos em redes sociais de investigados e utilizar essas informa\u00e7\u00f5es para fundamentar a decreta\u00e7\u00e3o de pris\u00e3o preventiva ou outras medidas cautelares. 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