{"id":39289,"date":"2025-10-09T16:24:53","date_gmt":"2025-10-09T19:24:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/?p=39289"},"modified":"2026-03-11T08:25:23","modified_gmt":"2026-03-11T11:25:23","slug":"newsletter-contencioso-estrategico-09-10-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/newsletter-contencioso-estrategico-09-10-2025\/","title":{"rendered":"Newsletter | Contencioso Estrat\u00e9gico e Arbitragem (Outubro\/2025)"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"materia1\"><strong><a href=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/newsletter-contencioso-estrategico-09-10-2025\/#materia1\">STJ: Penhora pr\u00e9via \u00e9 requisito indispens\u00e1vel para adjudica\u00e7\u00e3o de bens<\/a><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justi\u00e7a entendeu, de forma un\u00e2nime, nos autos do RESP 2200180, que a penhora deve ocorrer antes da adjudica\u00e7\u00e3o de bens no processo de execu\u00e7\u00e3o. O colegiado reconheceu a nulidade de uma adjudica\u00e7\u00e3o feita diretamente, sem a etapa pr\u00e9via da penhora, e refor\u00e7ou que esta \u00e9 parte essencial da sequ\u00eancia legal prevista no C\u00f3digo de Processo Civil.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"573\" src=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_1-1024x573.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-39290\" srcset=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_1-1024x573.jpg 1024w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_1-300x168.jpg 300w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_1-768x429.jpg 768w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_1-1536x859.jpg 1536w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_1-2048x1145.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>O caso teve origem em um cumprimento de senten\u00e7a, em que o credor pediu a adjudica\u00e7\u00e3o da parte de um im\u00f3vel pertencente \u00e0 executada, que era copropriet\u00e1ria do bem. A executada contestou o pedido, alegando que n\u00e3o houve penhora pr\u00e9via. Mesmo assim, o ju\u00edzo de primeira inst\u00e2ncia deferiu a adjudica\u00e7\u00e3o, sob o argumento de que, por se tratar de bem comum, o credor teria direito de prefer\u00eancia, sendo poss\u00edvel dispensar a penhora.<\/p>\n\n\n\n<p>O Tribunal de Justi\u00e7a do Estado de S\u00e3o Paulo manteve essa decis\u00e3o, por entender que a aus\u00eancia de penhora n\u00e3o havia gerado preju\u00edzo \u00e0 executada. Por\u00e9m, ao analisar o recurso especial, o Ministro Relator Antonio Carlos Ferreira destacou que a penhora \u00e9 indispens\u00e1vel, n\u00e3o apenas por determina\u00e7\u00e3o legal prevista nos artigos 523, \u00a7 3\u00ba, 825, I, e 876 do CPC, mas tamb\u00e9m por assegurar o devido processo legal, garantido no artigo 5\u00ba, inciso LIV, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o relator, a penhora n\u00e3o \u00e9 uma mera formalidade: ela d\u00e1 publicidade ao ato, permite a avalia\u00e7\u00e3o do bem, assegura o contradit\u00f3rio, protege direitos de terceiros e possibilita que o executado alegue, por exemplo, a impenhorabilidade do bem por ser bem de fam\u00edlia. A falta dessa etapa compromete a legitimidade da execu\u00e7\u00e3o e configura nulidade absoluta, sem necessidade de comprova\u00e7\u00e3o de preju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n<p>Nestes termos, a Quarta Turma deu provimento ao recurso, para reconhecer a nulidade da adjudica\u00e7\u00e3o e determinar o retorno do processo ao ju\u00edzo de origem para que a previs\u00e3o legal seja corretamente observada, com a realiza\u00e7\u00e3o da penhora antes de eventual adjudica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"materia2\"><strong><a href=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/newsletter-contencioso-estrategico-09-10-2025\/#materia2\">STJ adapta e entendimento e define que concession\u00e1ria de rodovia n\u00e3o pode cobrar por uso da faixa de dom\u00ednio para passagem de rede de esgoto<\/a><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O Ministros da Primeira Se\u00e7\u00e3o do Superior Tribunal de Justi\u00e7a em nova discuss\u00e3o sobre faixas de dom\u00ednio, entenderam que concession\u00e1rias de rodovias n\u00e3o podem cobrar pelo uso da faixa para a instala\u00e7\u00e3o de redes de \u00e1gua e esgoto por empresas de saneamento b\u00e1sico.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"573\" src=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_2-1024x573.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-39291\" srcset=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_2-1024x573.jpg 1024w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_2-300x168.jpg 300w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_2-768x429.jpg 768w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_2-1536x859.jpg 1536w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_2-2048x1145.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A ressalva no entendimento em rela\u00e7\u00e3o ao fornecimento de \u00e1gua e o tratamento de esgoto foi firmado ao negar provimento ao RESP 2137101\/PR da Autopista Planalto Sul S.A. em face de decis\u00e3o que considerou indevida a cobran\u00e7a feita \u00e0 Companhia de Saneamento do Paran\u00e1 (Sanepar) pela passagem de tubula\u00e7\u00f5es no subsolo de uma rodovia federal concedida.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o relator, Ministro S\u00e9rgio Kukina, o fornecimento de \u00e1gua e o tratamento de esgoto s\u00e3o servi\u00e7os p\u00fablicos essenciais, conforme estabelece a Lei 7.783\/1989. J\u00e1 a faixa de dom\u00ednio \u00e9 classificada como bem p\u00fablico de uso comum do povo e, mesmo que a administra\u00e7\u00e3o da rodovia seja delegada \u00e0 iniciativa privada, o bem continua afetado \u00e0 finalidade p\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>O Relator explicou que o entendimento anterior do STJ permitia a cobran\u00e7a de valores por esse uso, com base em previs\u00e3o contratual, para reduzir tarifas de ped\u00e1gio (EREsp 985.695\/RJ). No entanto, o Supremo Tribunal Federal consolidou jurisprud\u00eancia contr\u00e1ria, em decis\u00f5es como o RE 581.947\/RO (Tema 261), ADI 3.763\/RS, ADI 6.482\/DF e RE 889.095\/DF, para firmar o entendimento de que que bens p\u00fablicos de uso comum n\u00e3o podem ser onerados quando utilizados para a presta\u00e7\u00e3o de outro servi\u00e7o p\u00fablico essencial.<\/p>\n\n\n\n<p>A Primeira Se\u00e7\u00e3o entendeu que permitir a cobran\u00e7a poderia gerar aumento indireto de custos aos usu\u00e1rios e comprometer pol\u00edticas de universaliza\u00e7\u00e3o e modicidade tarif\u00e1ria, al\u00e9m de violar a reparti\u00e7\u00e3o de compet\u00eancias prevista na Constitui\u00e7\u00e3o Federal. Por isso, o STJ passou a adotar o mesmo entendimento do STF, reconhecendo a ilegitimidade da cobran\u00e7a: \u201cDestarte, o precedente que sustentava a jurisprud\u00eancia deste STJ (EREsp n. 985.695\/RJ), em favor da possibilidade da cobran\u00e7a, por concession\u00e1ria de rodovia, pelo uso de faixa de dom\u00ednio, n\u00e3o mais subsiste desde 24\/3\/2025.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, foi destacado, no julgamento do IAC 8 a Primeira Se\u00e7\u00e3o desta Corte Superior firmou tese jur\u00eddica no sentido de ser &#8220;indevida a cobran\u00e7a promovida por concession\u00e1ria de rodovia, em face de autarquia prestadora de servi\u00e7os de saneamento b\u00e1sico, pelo uso da faixa de dom\u00ednio da via p\u00fablica concedida&#8221;. Contudo, n\u00e3o deve ser aplicado a situa\u00e7\u00e3o analisada pela Corte, n\u00e3o se tratar de autarquia prestadora de servi\u00e7o de saneamento b\u00e1sico, mas, sim, de sociedade de economia mista.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, negou-se provimento ao recurso da concession\u00e1ria por \u201cser ileg\u00edtima a exig\u00eancia contratual de retribui\u00e7\u00e3o pecuni\u00e1ria pela utiliza\u00e7\u00e3o da faixa de dom\u00ednio de rodovia concedida, em detrimento de empresa prestadora de servi\u00e7o p\u00fablico de \u00e1gua e esgoto, sabidamente caracterizado por sua essencialidade.\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"materia3\"><strong><a href=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/newsletter-contencioso-estrategico-09-10-2025\/#materia3\">STJ: A\u00e7\u00e3o contra seguradora \u00e9 suspensa por depender de decis\u00e3o em processo arbitral<\/a><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O colegiado da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justi\u00e7a determinou a suspens\u00e3o de uma a\u00e7\u00e3o indenizat\u00f3ria movida contra uma seguradora, ao reconhecer que o desfecho do processo depende diretamente do resultado de uma arbitragem j\u00e1 em andamento entre as partes envolvidas. A decis\u00e3o foi un\u00e2nime e teve como fundamento a regra insculpida no artigo 313, inciso V, al\u00ednea \u201ca\u201d, do C\u00f3digo de Processo Civil, que prev\u00ea a suspens\u00e3o do processo judicial quando seu julgamento depender da solu\u00e7\u00e3o de outra causa pendente.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"573\" src=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_3-1024x573.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-39292\" srcset=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_3-1024x573.jpg 1024w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_3-300x168.jpg 300w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_3-768x429.jpg 768w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_3-1536x859.jpg 1536w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_3-2048x1145.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>O caso teve in\u00edcio ap\u00f3s uma companhia petrol\u00edfera rescindir o contrato firmado com uma empresa respons\u00e1vel por instalar unidades de abatimento de emiss\u00f5es. Como a contratada enfrentava dificuldades financeiras, foi exigido que ela contratasse um seguro-garantia para assegurar o cumprimento das obriga\u00e7\u00f5es. Com a negativa da seguradora em cobrir o sinistro, a petrol\u00edfera ingressou na Justi\u00e7a e obteve decis\u00f5es favor\u00e1veis nas inst\u00e2ncias ordin\u00e1rias. O Tribunal de Justi\u00e7a do Rio de Janeiro entendeu que n\u00e3o haver prejudicialidade entre essa a\u00e7\u00e3o judicial e o processo arbitral instaurado entre a empresa prestadora de servi\u00e7os (tomadora do seguro) e a companhia petrol\u00edfera (segurada).<\/p>\n\n\n\n<p>Ao analisar o recurso da seguradora, o relator, Ministro Ricardo Villas B\u00f4as Cueva, destacou que a arbitragem foi instaurada logo ap\u00f3s a rescis\u00e3o do contrato e busca apurar, entre outros pontos, quem \u00e9 o respons\u00e1vel pelo fracasso do empreendimento. Para o ministro, o julgamento da a\u00e7\u00e3o judicial depende dessa defini\u00e7\u00e3o, caracterizando a chamada prejudicialidade externa.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o relator, a prejudicialidade ocorre quando o resultado de uma a\u00e7\u00e3o subordinada depende da solu\u00e7\u00e3o de outra causa, que \u00e9 principal. Por isso, a a\u00e7\u00e3o judicial deve aguardar o desfecho da arbitragem, pois apenas ap\u00f3s a defini\u00e7\u00e3o das responsabilidades das partes no contrato principal ser\u00e1 poss\u00edvel verificar a exist\u00eancia ou n\u00e3o da obriga\u00e7\u00e3o da seguradora de pagar a indeniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O ministro lembrou ainda que a jurisprud\u00eancia do Superior Tribunal de Justi\u00e7a reconhece que a seguradora sub-rogada se submete \u00e0 cl\u00e1usula arbitral prevista no contrato principal garantido pelo seguro. Para ele, a seguradora tinha ci\u00eancia pr\u00e9via da cl\u00e1usula compromiss\u00f3ria e, ao assumir o risco na<\/p>\n\n\n\n<p>ap\u00f3lice, tamb\u00e9m se vinculou \u00e0 jurisdi\u00e7\u00e3o arbitral. Com esse entendimento, o colegiado deu provimento ao recurso especial e determinou a suspens\u00e3o do processo judicial at\u00e9 a conclus\u00e3o da arbitragem.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"materia4\"><strong><a href=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/newsletter-contencioso-estrategico-09-10-2025\/#materia4\">2\u00aa Se\u00e7\u00e3o define que coisa julgada impede nova a\u00e7\u00e3o para pedir devolu\u00e7\u00e3o de juros sobre tarifas banc\u00e1rias<\/a><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A Segunda Se\u00e7\u00e3o do Superior Tribunal de Justi\u00e7a decidiu, por maioria, que a coisa julgada impede o ajuizamento de nova a\u00e7\u00e3o para pedir a devolu\u00e7\u00e3o de juros remunerat\u00f3rios incidentes sobre tarifas banc\u00e1rias j\u00e1 declaradas ilegais ou abusivas em processo anterior.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"573\" src=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_4-1024x573.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-39293\" srcset=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_4-1024x573.jpg 1024w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_4-300x168.jpg 300w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_4-768x429.jpg 768w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_4-1536x859.jpg 1536w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_4-2048x1145.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>O entendimento foi firmado sob o rito dos recursos repetitivos (Tema 1.268) e ter\u00e1 aplica\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria em casos semelhantes: \u201cA efic\u00e1cia preclusiva da coisa julgada impede o ajuizamento de nova a\u00e7\u00e3o para pleitear a restitui\u00e7\u00e3o de quantia paga a t\u00edtulo de juros remunerat\u00f3rios incidentes sobre tarifas banc\u00e1rias declaradas ilegais ou abusivas em a\u00e7\u00e3o anterior\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O relator, Ministro Antonio Carlos Ferreira, defendeu que permitir uma nova a\u00e7\u00e3o sobre o mesmo contrato violaria os limites objetivos da coisa julgada, fragmentaria indevidamente a rela\u00e7\u00e3o jur\u00eddica e incentivaria a multiplica\u00e7\u00e3o de processos. Para ele, todos os pedidos relacionados devem ser feitos na mesma demanda, sob pena de preclus\u00e3o. Com esse entendimento, o ministro votou para extinguir dois processos sem resolu\u00e7\u00e3o de m\u00e9rito e negar provimento em outros dois, aplicando a tese fixada.<\/p>\n\n\n\n<p>A diverg\u00eancia foi aberta pela Ministra Nancy Andrighi, que considerou poss\u00edvel propor nova a\u00e7\u00e3o quando os juros remunerat\u00f3rios n\u00e3o foram pedidos na a\u00e7\u00e3o original. Segundo a Ministra, n\u00e3o h\u00e1 coisa julgada sobre um pedido que n\u00e3o foi formulado, e n\u00e3o se configuraria fracionamento indevido da rela\u00e7\u00e3o jur\u00eddica. A Ministra Daniela Teixeira tamb\u00e9m votou nesse sentido, defendendo interpreta\u00e7\u00e3o restritiva dos efeitos preclusivos quando n\u00e3o houver identidade de partes, pedido e causa de pedir.<\/p>\n\n\n\n<p>O Relator foi acompanhado pelos Ministros Jo\u00e3o Ot\u00e1vio de Noronha, Marco Buzzi, Moura Ribeiro, Humberto Martins, Raul Ara\u00fajo e Maria Isabel Gallotti que, ent\u00e3o, formaram maioria para fixa\u00e7\u00e3o da tese.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"materia5\"><strong><a href=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/newsletter-contencioso-estrategico-09-10-2025\/#materia5\">TJSP: Transportadora n\u00e3o pode cobrar sobrestadia causada por atraso de sua pr\u00f3pria opera\u00e7\u00e3o<\/a><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O Tribunal de Justi\u00e7a do Estado de S\u00e3o Paulo, por meio do N\u00facleo de Justi\u00e7a 4.0 especializado em Direito Mar\u00edtimo, considerou indevida a cobran\u00e7a de sobrestadia (detention) feita por uma empresa de transporte mar\u00edtimo contra uma exportadora. A senten\u00e7a entendeu que o atraso na devolu\u00e7\u00e3o dos cont\u00eaineres foi consequ\u00eancia de altera\u00e7\u00f5es na programa\u00e7\u00e3o do navio e da abertura das \u201cjanelas\u201d do terminal, fatos imput\u00e1veis \u00e0 pr\u00f3pria transportadora.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"573\" src=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_5-1024x573.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-39294\" srcset=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_5-1024x573.jpg 1024w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_5-300x168.jpg 300w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_5-768x429.jpg 768w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_5-1536x859.jpg 1536w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_5-2048x1145.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>No caso, a empresa de transporte alegava que a exportadora devolveu os cont\u00eaineres fora do prazo de franquia (free time) e pediu o pagamento de mais de 6 mil d\u00f3lares em sobrestadia. A exportadora, por sua vez, demonstrou que as datas de atraca\u00e7\u00e3o dos navios foram alteradas diversas vezes, o que postergou a abertura do terminal para receber as cargas. Segundo a ju\u00edza Rejane Rodrigues Lage, os cont\u00eaineres foram entregues dentro do prazo \u00fatil inicialmente previsto, e o atraso decorreu de falha log\u00edstica da pr\u00f3pria autora.<\/p>\n\n\n\n<p>A magistrada destacou que a rela\u00e7\u00e3o operacional com o terminal \u00e9 de responsabilidade do armador (transportadora), e n\u00e3o do exportador. Ela aplicou ao caso a Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios (Resolu\u00e7\u00e3o ANTAQ n\u00ba 62\/2021), que suspende a cobran\u00e7a de sobrestadia quando o atraso decorre de fato atribu\u00edvel ao transportador, ao terminal por ele indicado ou ao dep\u00f3sito de cont\u00eaineres.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme ressaltado na senten\u00e7a, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel impor ao exportador os \u00f4nus de altera\u00e7\u00f5es de programa\u00e7\u00e3o que foram comunicadas tardiamente pela transportadora. A ju\u00edza observou que o desfecho poderia ser diferente caso a mudan\u00e7a no cronograma tivesse sido informada antes da retirada dos cont\u00eaineres ou se a exportadora tivesse retirado os equipamentos com muita anteced\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Com esse entendimento, o pedido da transportadora foi julgado improcedente com a devida condena\u00e7\u00e3o ao pagamento das custas processuais e honor\u00e1rios advocat\u00edcios. Processo n\u00ba 1009135-11.2025.8.26.0562<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"materia6\"><strong><a href=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/newsletter-contencioso-estrategico-09-10-2025\/#materia6\">TJRJ: Empresas s\u00e3o condenadas a indenizar v\u00edtima por explos\u00e3o de bueiro<\/a><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A Tribunal de Justi\u00e7a do Estado do Rio de Janeiro condenou duas empresas, de forma solid\u00e1ria, ao pagamento de indeniza\u00e7\u00e3o a um homem que foi v\u00edtima por explos\u00e3o de um bueiro em via p\u00fablica na regi\u00e3o central do Rio de Janeiro. A decis\u00e3o, proferida pela 19\u00aa Vara C\u00edvel da Capital, fixou o valor de R$ 100 mil por danos morais e R$ 50 mil por danos est\u00e9ticos, al\u00e9m do custeio de tratamentos m\u00e9dicos, dermatol\u00f3gicos, psiqui\u00e1tricos e psicol\u00f3gicos necess\u00e1rios \u00e0 reabilita\u00e7\u00e3o da v\u00edtima.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"573\" src=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_6-1024x573.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-39295\" srcset=\"https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_6-1024x573.jpg 1024w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_6-300x168.jpg 300w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_6-768x429.jpg 768w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_6-1536x859.jpg 1536w, https:\/\/www.siqueiracastro.com.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/10\/cont_6-2048x1145.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>O acidente ocorreu durante a madrugada, cerca de uma hora ap\u00f3s uma equipe t\u00e9cnica ter realizado reparos em uma esta\u00e7\u00e3o de distribui\u00e7\u00e3o subterr\u00e2nea localizada no local da explos\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O homem sofreu queimaduras de primeiro, segundo e terceiro graus e permaneceu internado por quase um m\u00eas, passando por procedimentos cl\u00ednicos e cir\u00fargicos. As les\u00f5es deixaram sequelas f\u00edsicas vis\u00edveis e desencadearam um quadro de depress\u00e3o, exigindo acompanhamento psicol\u00f3gico cont\u00ednuo, al\u00e9m de terem resultado em dificuldades de locomo\u00e7\u00e3o e restri\u00e7\u00f5es \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o solar.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m das indeniza\u00e7\u00f5es por danos morais e est\u00e9ticos, as empresas tamb\u00e9m foram condenadas a pagar o valor de R$ 12.981,99 referente \u00e0 diferen\u00e7a entre o benef\u00edcio previdenci\u00e1rio recebido pela v\u00edtima e o sal\u00e1rio que ela recebia \u00e0 \u00e9poca do acidente.<\/p>\n\n\n\n<p>Na senten\u00e7a, a ju\u00edza respons\u00e1vel destacou que as les\u00f5es provocaram altera\u00e7\u00f5es permanentes e significativas na apar\u00eancia da v\u00edtima e ressaltou que o valor das indeniza\u00e7\u00f5es deve observar os crit\u00e9rios de razoabilidade e proporcionalidade, considerando a gravidade do dano e o car\u00e1ter pedag\u00f3gico da condena\u00e7\u00e3o, com o objetivo de prevenir a repeti\u00e7\u00e3o de fatos semelhantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Processo n\u00ba: 0199677-42.2019.8.19.0001<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>STJ: Penhora pr\u00e9via \u00e9 requisito indispens\u00e1vel para adjudica\u00e7\u00e3o de bens A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justi\u00e7a entendeu, de forma un\u00e2nime, nos autos do RESP 2200180, que a penhora deve ocorrer antes da adjudica\u00e7\u00e3o de bens no processo de execu\u00e7\u00e3o. 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